“Na era da pedra”

A odontologia está vivendo um momento de inovação extrema, os avanços tecnológicos estão se tornando parte do dia a dia dos profissionais que atuam nessa área. Novidades em tantas áreas, como a tecnologia de impressão 3D, a aplicação dos conceitos de Computer Aided Design (CAD – Desenho assistido por computador), Computer Aided Manufacturing (CAM – Produção Assistida por Computador), a introdução de nano materiais para confecção de próteses e estruturas, a diversificação do uso de materiais pré-sinterizados para confecção de estruturas, próteses e demais aplicações.

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Não obstante a toda essa evolução surge uma questão no mínimo intrigante, como pode quase todas as áreas da odontologia terem evoluído tanto e ainda assim vivermos na idade da pedra no concernente a confecção de modelos das arcadas dentárias? Em meio a tamanho avanço qual é o motivo que prende os profissionais ao uso de materiais tão arcaicos como o gesso? Talvez a falta de conhecimento das inovações atuais ainda esteja mantendo o mercado preso a essa realidade empoeirada, ultrapassada, trabalhosa e imprecisa gerada pela rotina do uso do gesso tipo 4 e seus derivados.

É muito interessante observar que toda a base do trabalho para confecção de próteses odontológicas dos mais variados tipos e naturezas começa pelo modelo, que é obtido por meio da moldagem enviada pelo clínico que trata o paciente. Caso esse processo de vazamento da moldagem para confecção do modelo não assegure a precisão e a qualidade exigida todo o restante do trabalho será comprometido, o Técnico em Prótese Dentária pode fazer o trabalho com o maior padrão de qualidade do mundo, mas caso a base esteja falha ele só poderá garantir que “fez eficientemente o que não precisa ser feito”, pois todo o trabalho não poderá ser usado clinicamente no paciente. Desta maneira é premente a necessidade de se dar o devido destaque aos profissionais que trabalham com a confecção de modelos dentro da área odontológica. É fundamental ainda assegurar que esses profissionais tenham em sua mão um material de qualidade que os resgate da “idade da pedra” e os coloque dentro do momento de inovação tecnológica que toda a odontologia experimenta hoje.

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Como resposta a este anseio a Sisprodent apresenta a resina Die-Pox, um composto epóxico para confecção de modelos de alta precisão, que foi introduzido no mercado para resolver o dilema em questão. A Die-POX assegura de maneira simples a solução dos problemas relatados, nossa resina tem como características principais a facilidade no manuseio, pré-dosagem para uma arcada, aspecto estético superior, impermeabilidade, alta resistência e durabilidade, tempo de trabalho estendido, presa termoquímica controlada com o uso de uma estufa (30 minutos em temperatura média de 40⁰C). Chega de pó, de desgaste prematuro das ferramentas usadas no processo de acabamento dos modelos, chega de sujeira e do uso de equipamentos dosadores e misturadores para homogeneizar as massas usadas atualmente. Visite o site da Sisprodent (http://www.sisprodent.com.br/linha-produtos.php?idLinha=7) e conheça a resina Die-Pox.

Sobre Diogo Ferraes

Mestre em Organizações e Desenvolvimento na FAE Centro Universitário (Conclusão em 12/2010); Pós-Graduado no Curso de Planejamento Estratégico e Gestão de Negócios na FAE Business School (Conclusão em 12/2004); Especialista em Marketing pela FAE Business School (Conclusão em 08/2003); Graduado no Curso de Administração de Empresas pela FAE Business School (Conclusão em 2002) Diretor de Marketing da Sisprodent.

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